
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), sancionou a lei do Orçamento do Estado para 2026, que prevê uma receita de R$ 141,7 bilhões frente a despesas estimadas em R$ 146,9 bilhões. A diferença entre arrecadação e gastos resulta em um déficit orçamentário aproximado de R$ 5,2 bilhões para o próximo exercício.
Ao sancionar o texto aprovado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o governador aplicou apenas um veto. O dispositivo vetado tratava do prazo de vigência do Fundo de Apoio Habitacional aos Militares. A proposta dos deputados previa a prorrogação do fundo até o fim de 2026, medida que foi barrada pelo Executivo.
Segundo Zema, a justificativa para o veto está no fato de já existir legislação em vigor que estende a validade do fundo até dezembro de 2040. De acordo com o governador, sancionar o novo dispositivo poderia provocar a revogação da norma atual, reduzindo o período de assistência aos militares.
A sanção do Orçamento de 2026, com o veto, foi publicada no Diário do Executivo nesta quinta-feira (15).
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