Unidades de Saúde de Fernandópolis incentivam o aleitamento materno

FERNANDÓPOLIS SECOM - Secretaria de Comunicação de Fernandópolis em 22 de agosto, 2019 17h08m
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Campanha “Agosto Dourado” tem o objetivo de destacar a importância da amamentação

O mês atual é conhecido como “Agosto Dourado”,porque simboliza a luta pelo incentivo à amamentação. A Prefeitura de Fernandópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realiza ao longo do mês atividades para incentivar o aleitamento materno nas Unidades Básicas de Saúde da Família, por meio dos grupos de gestantes e orientações durante o pré-natal.

“O objetivo é estimular a amamentação como a melhor fonte de nutrição infantil e sensibilizar a sociedade sobre a importância de todos contribuírem para garantir às mães a prática do aleitamento materno”, explicou a coordenadora da Saúde Básica de Fernandópolis Viviane Domingos.

É importante destacar que todas as mães que tiverem dificuldades em amamentar podem procurar a unidade de saúde de seu bairro e lá elas receberão orientações da equipe de enfermagem.

O nome “Agosto Dourado”foi escolhido porque a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera o leite materno como o "alimento de ouro" para a saúde dos bebês. Para a mulher, também há benefícios, como a redução das chances de câncer de mama e ovário, prevenção de anemia, aumento da segurança acerca da maternidade e o favorecimento do emagrecimento.

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A OMS recomenda que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno até os 6 meses. A organização traçou como meta, para 2025, aumentar em pelo menos 50% a taxa de aleitamento materno exclusivo até os 6 meses.

Benefícios do leite materno:

O leite materno protege contra diarreias, infecções respiratórias e alergias. Ele também diminui o risco de hipertensão, colesterol alto e diabetes, além de reduzir a chance de desenvolver obesidade. Crianças amamentadas no peito são mais inteligentes. Há evidências de que o aleitamento materno contribui para o desenvolvimento cognitivo. Estima-se que o aleitamento materno poderia evitar 13% das mortes em crianças menores de cinco anos em todo o mundo por causas evitáveis.

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