Fernandópolis - Unidades de saúde abrem no sábado, 26, para coleta de exame preventivo

FERNANDÓPOLIS Redação em 24 de outubro, 2019 15h10m
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Ação foi programada pela Secretaria Municipal de Saúde de FernandópolisFoto: SECOM - Secretaria de Comunicação de Fernandópolis

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de colo de útero é o segundo tumor mais frequente entre as mulheres, perdendo apenas para o câncer de mama. Com a intenção de prevenir a doença, as unidades de saúde de Fernandópolis vão permanecer abertas no sábado, 26, das 8 às 12h e 13 às 17h para a coleta de exames preventivos.

Para participar é preciso procurar a unidade de saúde do bairro e fazer o agendamento. Os únicos locais que não atenderão no sábado serão as unidades de saúde do Jardim Araguaia, que está em reforma, e do Por do Sol, que escolheu fazer os exames à noite nos dias 23 e 30 de outubro.

O exame preventivo é indolor, simples e rápido. Pode, no máximo, causar um pequeno desconforto. Para garantir um resultado correto, a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) no dia anterior ao exame; evitar também o uso de duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização do exame. É importante também que não esteja menstruada, porque a presença de sangue pode alterar o resultado. Mulheres grávidas também podem se submeter ao exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.

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O câncer do colo do útero é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano - HPV (chamados de tipos oncogênicos). A infecção genital por esse vírus é muito frequente e não causa doença na maioria das vezes. Entretanto, em alguns casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Essas alterações são descobertas facilmente no exame preventivo (conhecido também como Papanicolaou ou Papanicolau), e são curáveis na quase totalidade dos casos. Por isso, é importante a realização periódica desse exame.

Alguns fatores aumentam o risco da doença, como: início precoce da atividade sexual e múltiplos parceiros; tabagismo (a doença está diretamente relacionada à quantidade de cigarros fumados); e uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.

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