04 de Junho, 2025 22h06mCultura por Rádio Agência Nacional

Exposição fotográfica evidencia envelhecimento de pessoas LGBTQIAP+

Baixar Tocar “O mais profundo é a pele” é o tema da exposição fotográfica que está em cartaz no Museu da Diversidade Sexual, na capital paulista. A mostra traz para o centro do debate o envelhecimento de pessoas LGBTQIAP+. A exposição dialoga diretamente com o tema da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo deste ano, que vai acontecer no dia 22 de junho, na Avenida Paulista, e tem como tema “Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro”

“O mais profundo é a pele” é o tema da exposição fotográfica que está em cartaz no Museu da Diversidade Sexual, na capital paulista. A mostra traz para o centro do debate o envelhecimento de pessoas LGBTQIAP+. A exposição dialoga diretamente com o tema da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo deste ano, que vai acontecer no dia 22 de junho, na Avenida Paulista, e tem como tema “Envelhecer LGBT+: Memória, Resistência e Futuro”.   As fotografias, feitas pelo artista Rafael Medina, registram a realidade dos corpos envelhecidos por meio da nudez. No total, 25 pessoas foram fotografadas, contemplando todas as letras da sigla, como lésbicas, gays e pessoas trans, além de diferentes corpos e tons de pele.

Ver pessoas LGBT+ envelhecendo hoje e contemplar esse processo com beleza, desejo e afeto é, para Rafael Medina, uma maneira de dizer que essa comunidade está viva:

“Eu considero essa exposição importante porque, para nós LGBT+, não foi reservado um modelo de como a gente poderia viver o nosso futuro. A gente não tem uma ideia construída de futuro, de como seria pra gente envelhecer”.

Na exposição, as marcas na pele ajudam a contar a história e a evolução dessa comunidade no Brasil. As imagens também transmitem resiliência, orgulho, autoestima, beleza e sensualidade de pessoas LGBTQIAP+ acima de 60 anos, como reforça o fotógrafo da mostra:

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“Nessa exposição, eu tento trazer exemplos de pessoas que, apesar de todas as dificuldades, apesar da crise da Aids nos anos 80, apesar das vivências, em geral, mais violentas, apesar de tudo, elas conseguiram sobreviver e contar para nós como é ser trans, gay, lésbica acima de 60, 70 e até 80 anos”.

A exposição “O mais profundo é a pele” ficará aberta para visitação até 31 de agosto, no Museu da Diversidade Sexual, na Praça da República, centro histórico de São Paulo. A entrada é gratuita.

© Cadu Pinotti/Agência Brasil Cultura Mostra está em cartaz no Museu da Diversidade Sexual, em São Paulo São Paulo 04/06/2025 - 22:57 Bianca Paiva / Rafael Guimarães Joana Côrtes – Repórter da Rádio Nacional Museu da Diversidade Sexual exposição fotográfica LGBTQIAP+ quarta-feira, 4 Junho, 2025 - 22:57 2:30

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